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Notícias

Sáb, 28/04 -19h

Ivon Curi

Nesta edição, músicas do cantor e compositor, falecido em 1995

 

Ivon Curi

Ivon Curi

Mineiro de Caxambu, o cantor romântico, compositor e ator Ivon Curi é o homenageado desta edição de Nossa Música.

Filho de uma família numerosa – tinha 8 irmãos – sendo dois deles, Alberto e Jorge Curi, grandes locutores da Rádio Nacional.  Iniciou a carreira artística cedo, aos 19 anos, em terras cariocas. Foi crooner no Copacabana Palace, sob a batuta do maestro Zacarias. Como compositor, seu maior sucesso foi a música João bobo, em que entremeava gargalhadas a lágrimas em sua interpretação.

Ainda no Rio foi dono de diversas casas noturnas – A canja do Leblon, Sambão e Sinhá, Vaca sagrada, além de Karaokê, onde recebia ilustres convidados e servia comida brasileira.

Seleção musical
Manias
Farinhada
O xote das meninas
Comida de pensão
Baião das velhas cantigas
Ideias erradas
Amendoim torradinho
Falam tanto de mim
Menino de braçanã
Xote miudinho
Gosto que me enrosco
O circo

 

Sáb, 21/04 - 19h

Nina Becker

Artista ficou conhecida como crooner da Orquestra Imperial

   Nina Becker

Nina Becker

Nesta edição, confira o trabalho da cantora e compositora carioca Nina Becker, considerada uma das artistas mais conceituadas da sua geração. De estilo  intimista e minimalista,  suas canções possuem  melodias etéreas e atmosfera quente e dançante, quase pop.  Nos dois discos  lançados, simultaneamente, em 2010 - Azul e Vermelho - Nina mostra influências dos anos 60 e 70 e ainda assina nove,  das vinte faixas dos dois CDs.

Sáb, 14/04 -19h

Arthur Nestrovski toca Chico Buarque

Neste sábado, ouça adaptações para violão solo feitas pelo músico gaúcho

Arthur Nestrovski (Foto: Marcela Beltrão)

Arthur Nestrovski (Foto: Marcela Beltrão)

Nesta edição, Nossa Música destaca o trabalho do violonista, escritor, articulista e Diretor Artístico da Osesp Arthur Nestrovski.

No repertório, músicas de Chico Buarque adaptadas para violão solo pelo músico, sem ornamentos e variações, mostrando somente a melodia e a harmonia nuas das canções.

Seleção musical
Aquela mulher
Mil perdões
Romance
Suburbano coração
Iracema voou
Soneto
Porque era ela-porque era eu
Futuros amantes
Tatuagem
Choro bandido
Valsa brasileira
Beatriz
Embebedado outra noite
A noiva da cidade

Sáb, 07/04 -19h

Histórias de amor

O sentimento musicado

Neste sábado, Nossa Música apresenta uma edição diferente. Em vez de homenagear um único  personagem da música, o programa se dedica ao tema Histórias de amor, contadas através de nossa MPB.

Na seleção musical, canções que falam sobre inúmeros desdobramentos que este único sentimento pode gerar: o amor platônico, o ex-amor, os desamores, as brigas e desilusões de amor, o amor possessivo,  o eterno amor,  a mulher fatal e o fim de caso, entre outras situações românticas.

Seleção musical
A deusa da minha rua
Pra machucar meu coração
Mente ao meu coração
Sob medida
A mulher que eu gosto
Sorriu para mim
Acontece
O meu amor
Ex-amor
Só louco
Amor até o fim
Deixar você
Sentir saudade
Mulher
Grau
Dez
Grande Hotel

Sáb, 31/03 -19h

Ademilde Fonseca

A "Rainha do chorinho"

Ademilde Fonseca

Ademilde Fonseca

Neste sábado, Nossa Música homenageia Ademilde Fonseca,  a “Rainha do choro”, falecida na última terça-feira.

Ligeira na pronúncia das palavras, a cantora potiguar veio morar no Rio de Janeiro aos 20 anos, já casada, para se apresentar no programa Papel carbono, de Renato Murce nos tempos áureos do rádio brasileiro.

Obteve muito sucesso numa festa, em julho de 1942, quando foi a primeira a cantar o chorinho Tico-tico-no-fubá, até então jamais interpretado com voz. Sempre alegre, foi uma das cantoras mais comunicativas e populares do Brasil.

Seleção musical
Tico-tico no fubá
Apanhei-te cavaquinho
Urubu malandro
Sonoroso
Arrasta-pé
Delicado
Galo-garnizé
Doce melodia
Molengo
Meu cariri
Papel queimado
Pinicadinho
Derrubando violões
Rio antigo
Saliente
Saudades do Rio
Deixa a lua sossegada
Brasileirinho

Sáb, 24/03 -19h

Wilson Batista

O compositor de sambas irônicos como "O pedreiro Waldemar que faz tanta casa e não tem casa pra morar"

Ganha-se pouco, mas é divertido

Wilson Batista

Wilson Batista

Wilson Batista

Fluminense de Campos dos Goytacazes, Wilson Batista é o destaque deste sábado de Nossa Música.

Seus sambas tinham uma opinião própria filosófica sobre a vida boêmia do bairro da Lapa. Suas letras faziam uso do sarcasmo com a originalidade e a genialidade que lhe eram peculiar. Como único instrumento, carregava  uma caixinha de fósforos.

Wilson Batista chegou, em 1920, ao Rio, onde viveu até os 55 anos.  Nessa cidade, ele cantou, encantou, compôs, brigou, viveu intensamente. Nossa Música, neste sábado, resgata algumas de suas canções menos conhecidas do grande público.

Seleção musical
Apaguei o nome dela
Não sei dar adeus
Princípio do fim
Fantoche
Teu sorriso tem
O tambor do Edgar
25 anos
Essa mulher tem qualquer coisa na cabeça
Interessante
Louca alegria
Que malandro você é!
Não pise o calo
Rei Chicão
Nelson Cavaquinho
Perdi meu carinho
Depois da discussão
Meus 20 anos

Nossa Música

10/03/2012



Sáb, 10/03 -19h

Assis Valente

Considerado compositor ativo, músico chegou a compor quase uma canção por dia

Assis Valente

Assis Valente

Baiano de Santo Amaro,  Assis Valente é o compositor homenageado deste  sábado de Nossa Música.
Ao longo de sua carreira, Assis Valente alcançou muito sucesso, entretanto, no fim da vida ficou esquecido no meio musical. Deixou um universo musical com cerca de 150 obras gravadas e editadas, reunindo um acervo de 250 músicas. Irônico no jeito de ser, descrevia com precisão a vida, os costumes e os modismos do carioca. Suas letras eram comunicativas, eufóricas, por vezes amargas.

Seleção musical

Brasil pandeiro
Camisa listrada
Uva de caminhão
Alegria
Boas festas
Tem francesa no morro
Good bye boy
Maria boa
E o mundo não se acabou
Cai cai balão
Olha a direita
Abre a boca e fecha os olhos
Levante o dedo
Minha embaixada chegou
Fez bobagem
Deixa isso pra lá
Recenseamento
Boneca de pano

Sáb, 03/03 -19h

Rildo Hora

Obras do músico nordestino são os destaques da edição

Rildo Hora Foto: Livio Campos

Rildo Hora (Foto: Livio Campos)

Com os ensinamentos do maestro Guerra Peixe, do famoso violonista Meira e das aulas de piano com Marly Proença, não é de se estranhar que Rildo Hora acumule tantas funções no meio musical.
Aos 72 anos, o multi-instrumentista, cantor, compositor, arranjador e produtor musical, homenageado de Nossa Música deste sábado, assina mais de 300 composições,  e é muito requisitado como produtor musical.
Vê a gaita de boca, uma grande companheira.

Seleção musical
Beijo partido
Cais
Nascente
Mal de mim
De Conversa em conversa
Lígia
Sampa
De frente pro crime
Folhas secas
A Ilha
Bilhete
Faltando um pedaço

Sáb, 25/02 - 19h

Altemar Dutra

Nos anos 1960 fez sucesso em vários países da América Latina e, no final daquela década, era um dos maiores cantores latinos dos EUA

O programa desta noite homenageia um dos mais conhecidos nomes da música romântica brasileira: o cantor, instrumentista e compositor mineiro  Altemar Dutra.

Ele  chegou ao Rio de Janeiro com 17 anos de idade, foi crooner nas boates Bacarat e O Cangaceiro, e assim conheceu vários artistas, principalmente o Trio Irakitan. Seu primeiro grande sucesso aconteceu em 1963, com a música Que Queres Tu de Mim, de Evaldo Gouveia e Jair Amorim.  Outros sucessos da mesma dupla se seguiram na voz de Altemar Dutra, entre eles Sentimental Demais e O Trovador.  Altemar gravou e cantou quase todas as composições dessa dupla, tornando-se um dos maiores fenômenos da música romântica brasileira. Destacou-se também em vários países da América Latina, e gravou um LP com Lucho Gatica: El bolero se canta así.

Altemar Dutra morreu em Nova York, aos 43 anos de idade, em 1983.

Seleção musical
Que queres tu de mim
Sentimental demais
O trovador
Brigas
Manias
Negue
Estão voltando as flores
Eu nunca mais vou te esquecer
Malandrinha
Outra vez
As rosas não falam
Cabecinha no ombro
Serra da boa esperança
As vitrines
Bandolins
Carinhoso

Sáb, 18/02 - 19h

Zé Menezes

Edição dedicada ao compositor e multiinstrumentista, criador de temas musicais de programas como Os Trapalhões, Viva o Gordo e Chico City

O músico cearense

O músico cearense

Nesta edição, Nossa Música homenageia o multiinstrumentista e compositor  Zé Menezes.  Nascido, em 1921, no Ceará, o músico era considerado o “menino prodígio de Juazeiro do Norte” desde que fez sua primeira composição, aos 8 anos e a apresentou ao Padre Cícero.
Seu primeiro sucesso foi Nova Ilusão, samba feito na década de 1950. No Rio de Janeiro, fez carreira nas principais rádios: trabalhou na Rádio Mayrink Veiga e na Rádio Nacional onde lá permaneceu por 25 anos, ao lado de Garoto, um dos nomes mais expressivos do violão brasileiro. Conheceu o maestro Radamés Gnattali que o convidou a participar do Sexteto Continental e se apresentaram em Londres -Paris-Roma e Lisboa.

Nas cordas, Zé Menezes acompanhou  Elizeth Cardoso, Angela Maria, Gilberto Milfon, Miúcha, Tom Jobim, Orlando Silva, Edu da Gaita, Aracy de Almeida, entre muitos outros. Criou temas musicais para programas de televisão como Os Trapalhões, Viva o Gordo e Chico City , todas elas presentes ainda no imaginário popular brasileiro.  Zé Menezes diz que o que estraga é a humildade.

Seleção musical
Nova ilusão
Encabulado
Gafieirando
Dani do frêvo
Violão na gafieira
Comigo é assim
Abertura dos trapalhões
Essa é pra dançar
Bossa nova 2
Relembrando João Pernambuco
Subindo o São Francisco
Meus 8 anos
Pensando em ti
Teus olhos
Viola do Zé
Uma noite em são Borja
Relembrando Ernesto Nazareth

Sáb, 04/02 - 19h

A favela

Neste sábado, canções que remetem a este tipo habitação

Favela da Rocinha

Favela da Rocinha

Nesta edição, Nossa Música apresenta canções cuja temática é a favela.

A primeira favela do Rio de Janeiro surgiu durante o governo Pereira Passos, que reurbanizou a cidade com a operação Bota Abaixo, para fazer do Rio uma “Paris tropical”. Com isso, várias casas de cômodos e cabeças- de-porco foram derrubadas e a população de ex-escravos  sem moradia subiu os morros. Assim nasceu a primeira favela, no morro da Providência.

Seleção musical
A voz do morro
Barracão
Alvorada
Na subida do morro
Não tem tradução
Favela
Conceição
Quando o samba acabou
Força do malandro
Isto aqui o que é?
Zelão
Preconceito
Na cadência do samba
Chão de estrela
Escurinha
Boto meu bloco na rua



Sáb, 28/01 - 19h

O malandro

Programa destaca essa figura tipicamente carioca. No repertório, "Feitiço da Vila", "Lenço no pescoço" e "Rapaz folgado"

Carlinhos de Jesus caracterizado como o malandro carioca

Carlinhos de Jesus caracterizado como o malandro carioca

Uma espécie de herói da metrópole moderna e símbolo de transgressão, o malandro surgiu no Rio de Janeiro na virada do século XIX e início do século XX.

Nossa Música deste sábado homenageia essa figura tradicional da cidade. Caracterizado por seu andar gingado, chapéu de abas largas, paletó grande e desabotoado, com uma navalha 3 coroas no bolso, o malandro vivia da vadiagem, da prostituição e do jogo.

Seleção musical
Lenço no pescoço
Feitiço da Vila
Rapaz folgado
Mocinho da Vila
Mulher de malandro
Dinheiro não dá
Se essa mulher fosse minha
Rita
Homenagem ao malandro
Acertei no milhar
Na subida do morro
Pistom de gafieira
Madalena
Olha sua vida
Você foi embora
Agora é cinza
Dama do cabaré
Boêmio
Na cadência do samba
Sacode Carola
Madame fulano de tal
Divina dama, Sofrer é da vida
Risoleta
Quem é de sambar
Eu nasci no morro
Ai que saudade da Amélia

Sáb, 22/01 - 19h

A casa da Tia Ciata

Edição lembra uma das principais animadoras da cultura negra nas favelas cariocas

Tia Ciata

Tia Ciata

Considerada uma das figuras influentes para o surgimento do samba, Tia Ciata é o destaque desta edição de Nossa Música. Baiana, de Santo Amaro da Purificação, chegou ao Rio de Janeiro e daqui não saiu mais. Foi  uma das protagonistas da vida cultural da cidade no final do século XIX e início do século XX, e era companhia frequente de pagodeiros e sambistas ilustres como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e Sinhô.
Em sua casa, havia espaço para o candomblé, o partido alto, o samba corrido e também a batucada. Foi lá também que Donga e Mauro de Almeida fizeram a primeira composição classificada como samba, Pelo Telefone.

Seleção musical
Coisa da antiga
Barão das cabrochas
Que bate fundo é esse
?
Cabide de mulambo
Pelo telefone
Olhar assim
Carinhoso
Casa de bamba
Canta canta minha gente
Nêga Luzia
Acrediter
Antonico
Samba 1 a zero
O gato e o canário

Sáb, 15/01 - 19h

Batatinha (Oscar da Penha)

Músico foi comparado a Nelson Cavaquinho e a Cartola por Paulinho da Viola

O sambista e sua caixa de fósforos

O sambista e sua caixa de fósforos

 

O programa deste sábado resgata músicas de Oscar da Penha, o Batatinha.

O compositor baiano, falecido em 1977,  compunha desde os 15 anos, mas só aos 20 teve a oportunidade de se apresentar na Rádio Sociedade da Bahia – uma das mais importantes do norte e nordeste do Brasil.

Uma peculiaridade marcou o início da carreira de Batatinha: cantava músicas do compositor paulista Vassourinha e, quando cantava sua próprias obras, negava a autoria das mesmas dizendo que eram de outros compositores.  Além da timidez, Batatinha também tinha como característica a simplicidade. Quando compunha, seu instrumento era uma caixinha de fósforo 

Seleção musical
Hora da razão
Toada da saudade
Bolero
Depois eu volto
Conselheiro
Imitação
Jajá da Gamboa
Ministro do samba
Ironía
Zé da loca
Rosa tristeza
Babá de luxo
Marta
Ondas do mar
A sorte do Benidito
Fora do meu samba
Bailarina

Diplomacia

Sáb, 08/01 - 19h

Sandra de Sá

A "Billie Holliday brasileira"

Sandra de Sá

A cantora Sandra de Sá

Nesta edição, o programa lembra Sandra de Sá, considerada a rainha da black music e do soul brasileiro. Suas composições tem apelo social e muito balanço, além de latente influência africana.

 Seleção musical
Demônio colorido
Enredo do meu samba
Verde-Rosa
Judia de mim
Saigon
Sozinha
Leva meu samba
Joga fora, não vá
Olhos coloridos
Charles anjo 45
Sina
Festa do santo rei
Eu quero

Sáb, 31/12 - 19h

Zé Keti

Sambista compôs para o carnaval, Teatro e Cinema

   Zé Keti

Zé Keti

Nesta edição, vida e obra de um mestre do samba: José Flores de Jesus, compositor que trouxe a temática social para suas canções, mostrando a pobreza, a fome e o dia-a -dia na favela. Em 1964, participou com João do Valle e Nara Leão do show Opinião, em que lançou músicas de sucesso como  Acender as velas e Diz que fui por aí. Foi campeão em vários carnavais com seus sambas inesquecíveis, entrando com honras para a história da MPB.

Seleção musical
Opinião, Diz que fui por aí, Acender as velas, Nega Dina, Máscara negra, O meu pecado, Madrugada, Malvadeza durão, Portela feliz, A voz do morro, Jaqueira da Portela, Tarde demais, Mascarada, Rugendas, Amor passageiro, Leviana, Peço licença.

Sáb, 24/12 - 19h

Antônio Maria

Nesta edição, a vida e obra do músico que também foi cronista, locutor esportivo, produtor de rádio e compositor de jingles

   Antonio Maria

Antonio Maria

O compositor Antônio Maria  nasceu em 1921, no Recife. Foi um grande boêmio, que contava casos e piadas. Era o oposto das suas letras musicais, baseadas na dor de cotovelo e muita fossa. Amigo de Vinícius de Moraes, Sergio Porto, Dolores Duran, Marisa Gata Mansa, Fernando Lobo, entre outros, Maria, como era chamado pelos colegas, atingiu o auge de sua carreira como compositor por volta de 1950. Foi um mestre do samba-canção. Suas músicas repletas de decepções e sofrimentos elegantes sobre o amor eram cantadas  à meia-luz, em boites, com um grande culto ao whisky.

Seleção musical
Ninguém sabe de nós, O amor e a rosa, Suas mãos, Ninguém me ama, Menino grande, Preconceito, Canção da volta, Quando tu passas por mim, Samba do Orfeu, Frevo número 2 do Recife, Manhã de carnaval, Se eu morresse amanhã de manhã, A canção dos seus olhos, Carioca 1954, Valsa de uma cidade, Quando a noite me entende, Cajueiro doce.

Sáb, 17/12 - 19h

Renata Jambeiro

Artista levou a música brasileira a São Tomé e Príncipe, em 2009, e a Moçambique, em 2010, para os presidentes Lula e Guebuza

   Renata Jambeiro

Renata Jambeiro

A compositora e cantora Renata Jambeiro iniciou sua carreira musical  aos 20 anos, mas desde os 16 participava dos musicais de Oswaldo Montenegro. Aos 29 anos de idade, Renata canta a ancestralidade africana contada pelos pretos velhos, e apresenta a miscigenação brasileira em shows eletrizantes, homenageando sempre o samba, os sambistas, seus Oxalás e Erês e a  Música Popular Brasileira. 

Seleção musical:
Corpo fechado, Investida final, Sempre vão germinar, Dona Maria do babado, Indefinições, Minha oração, Reconstrução Nacional, Cambaleando, Conceição da praia, Jogo de Angola, Madrinha do samba, Hot saia, Oxóssi, De todos nós.

Sáb, 10/12 - 19h

Clara Moreno

Com vários discos lançados, Clara Moreno morou na França, onde estudou canto

   Clara Moreno

Clara Moreno

Filha do compositor e instrumentista Nelson Angelo e da cantora e compositora Joyce, Clara Moreno iniciou sua carreira cedo, participando de coros infantis. Já gravou canções de Jorge Benjor, Orlandivo, Luiz Claudio, João Donato, Gilberto Gil, Ronaldo Boscoli, Wilson Simonal, entre outros.

Seleção musical:
Deixa a nega gingar, Brincando de samba, Mestiço, Bebete vãobora, Que besteira, Bruxaria, Pourquoi?, Valá-valá-lá, Mais valia não chorar, Vai devagarinho, Tamanco no samba, Jeito bom de sofrer, Balanço zona sul, Samba negro.

Sáb, 03/12 - 19h

Nelson Cavaquinho

Programa reverencia sambista no centenário de seu nascimento

   Nelson Cavaquinho

Nelson Cavaquinho

Morador da Mangueira, Nelson Cavaquinho trouxe para sua obra gente bamba do samba. Com temas originais, de fácil assimilação, tanto na linha melódica como na poética, sua música reflete a melancolia, a angústia e outros sentimentos humanos. Seu parceiro mais constante foi o amigo e compadre, Guilherme de Brito.

Seleção musical
A flor e o espinho, Duas horas da manhã, Quando eu me chamar saudade, Não te dói a consciência, Folhas Secas, Pecado, Aquele bilhetinho, Dona Carola, Nome sagrado, Visita triste, Vou partir, Degraus da vida, Palhaço, Rugas, Juízo final, Rei vadio, Gotas de luar, Luz negra.

Sáb, 26/11 - 19h

Roque Ferreira

O compositor baiano predomina no repertório de "Encanteria", disco idealizado por Maria Bethânia para louvar a festa da fé

   Roque Ferreira

Roque Ferreira

Roque Ferreira é considerado um dos mais importantes compositores brasileiros pela beleza e delicadeza de sua poesia. Nascido no Recôncavo baiano, o músico usa atabaques, prato raspado com faca e outros apetrechos para acompanhar seus maxixes, sambas de roda, choros e cirandas.  Com mais de 400 obras na bagagem, o artista teve músicas gravadas por Clara Nunes, Maria Bethânia, Zeca Pagodinho, Alcione, dentre outros.

Seleção musical
De maré, Ralador, Casa da minha comadre, Mágoa, Mandingo, Cordas, Eu e a dor, Santa Bárbara, Feita na Bahia, Coroa do mar, Minha rede, Acesa, Afefé, Guriatã, Laranjeira, Chita fina, Cocada, Festejo.

Sáb, 19/11 - 19h

Roberto Ribeiro

Samba e futebol foram presenças marcantes na trajetória do "Menino-rei"

   Roberto Ribeiro

Roberto Ribeiro

Nesta edição, uma homenagem ao cantor e compositor Roberto Ribeiro. Com dicção perfeita e fraseado enxuto, o sambista começou sua vida artística no programa A hora do trabalhador, da Rádio Mauá.
Ao morrer aos 55 anos, em 1996, Roberto Ribeiro deixou mais de 20 discos gravados.

Seleção musical
Todo menino é um rei, Acreditar, Só chora quem ama, Triste desventura, Sozinha, Preconceito, Olha o partido, Vida sem cor, Desalento, Lágrima Morena, Ingenuidade, Amar como eu te amei, Quem lucrou fui eu, Algemas, Manhã de Carnaval, Vem, Jura, Correntes, Quem te viu quem te vê .

Sáb, 12/11 - 19h

Edu Lobo

Nesta edição, uma visita à obra do compositor carioca

Neste programa, um panorama da carreira do compositor, instrumentista, arranjador e cantor Edu Lobo. Suas canções sempre foram marcadas por conteúdo social, influência direta de Sergio Ricardo, João do Vale e Carlos Lyra. Entre os parceiros de Edu Lobo,  Vinícius de Moraes, Capinan, Guarnieri, Chico Buarque, Torquato Neto, Ronaldo Bastos, Cacaso.

Seleção musical
Ponteio, Arrastão, Upa-neguinho, Beatriz, Pra dizer adeus, Zanga zangada, Choro bandido, Corrida de jangada, Canto triste,Valsa brasileira, Lero-lero, Candeias, Canção do amanhecer, No cordão da saideira

Sáb, 5/11 - 19h

Djavan

Canções do artista têm grande lirismo e letras com um elaborado jogo de imagens.

O Nossa Música é dedicado ao cantor e compositor Djavan. Ele, que começou a tocar violão de ouvido, aos 15 anos, confessa que aprendeu muito ouvindo a sonoridade africana em casa. A África, para Djavan, tem o som do futuro. Em suas composições explora ritmos que vão desde o  samba,  funk, música de viola, baladas até os  ritmos africanos.  Entre seus parceiros, destacam-se Arthur Maia, Antonio Moraes, Gilberto Gil, Chico Buarque, Cacaso, Aldir Blanc e Nelson Mota.
Djavan  nasceu em Maceió, em janeiro de 1949.

Seleção musical
Meu bem querer, Pétala, Lilás, Esquinas, Topázio, Samurai, Faltando um pedaço, Flor de liz, Ilha, Dupla traição, Outono, Nuvem negra, Seduzir Azul, Obi, Miragem.

Sáb, 29/10 - 19h

Dalva de Oliveira

Programa dedicado à "Rainha da Voz"

Nossa Música deste sábado destaca a obra de Dalva de Oliveira, paulista que iniciou a carreira de cantora na Rádio Sociedade. Passou também pela Rádio Cruzeiro do Sul, no Rio de Janeiro, ao lado de Noel Rosa, e mais tarde formou o Trio de Ouro, com
Erivelto Martins e Nilo Chagas. Também se apresentou ao lado de Francisco Alves e Grande Otelo no Cassino da Urca.
Dalva, conhecida por fazer uso do vibrato, tinha uma postura operística ao se apresentar e preferência pelo samba exaltação.

Seleção musical
Bandeira branca
Aves daninhas
Bom dia
Meu imenso amor
Estão voltando as flores
Andorinha
Ai Ioiô
Kalú
Folha Morta
C arinhoso
Fim de comédia
Segredo
Ave Maria do morro
Olhos verdes
Tudo acabado
Errei sim
Que será?

Sáb, 22/10 - 19h

Paulo Tapajós

Músico recebeu prêmio pelos 55 anos de rádio, sem interrupção no microfone

 
Tapajós em família: com os filhos Maurício e Dorinha

Tapajós em família: com os filhos Maurício e Dorinha

Paulo Tapajós foi cantor, compositor,   radialista e pesquisador da música popular brasileira. Nasceu em 20 de outubro de 1913 e morreu em dezembro de 1990. Deixou um grande acervo de partituras, discos, livros, revistas, recortes e manuscritos que recolheu em viagens pelo Brasil.

Seleção musical:
Casa de caboclo, O pinhal, Saudade, Melodia do meu bairro, Luar do sertão, Talento e formosura, Cinzas, Chuá-chuá, Rosa, Carinhoso, Dorinha meu amor, Noite cheia de estrelas, Rasga-coração, Ranchinho abandonado, Cabocla bunita, Sertaneja e Clélia.

Sáb, 15/10 - 19h

Amélia Rabello

Cantora mostra repertório marcadamente brasileiro

A cantora Amélia Rabello é de uma família musical: irmã do saudoso violonista Raphael Rabello e também da cavaquinista Luciana Rabello; e tem por cunhados Paulinho da Viola e Paulo César Pinheiro.
Carioca, nascida em 1955, começou a despontar no cenário artístico em 1972. Lançou agora, em 2011, seu quinto álbum solo. Amélia Rabello pertence ao naipe das grandes cantoras, como Elizeth Cardoso, Aracy de Almeida e Elis Regina.

Seleção musical
Tempo perdido, Seu Ataulfo, Santa voz, Pela noite, Velhos chorões, Velho ninho, Boêmio, Samba para Amélia, dentre outras.

Sáb, 08/10 - 19h

O Samba pede passagem

Show foi censurado nos anos de chumbo

 
LP com músicas em homenagem ao samba carioca

LP com músicas em homenagem ao samba carioca

O Samba pede passagem foi um show idealizado pelo crítico musical Sérgio Cabral, escrito por Oduvaldo Viana Filho e Armando Costa, e realizado em 1965, no Teatro Opinião, no Rio de Janeiro. Foram atrações do show: Aracy de Almeida, Ismael Silva, MPB-4, o flautista Carlos Poyares, conjunto Samba Antigo, Grupo Mensagem, Grupo Partido Alto.  O espetáculo de exaltação do samba verdadeiro privilegiou compositores como Noel Rosa, Wilson Batista, Sivuca, Ismael Slva, Francisco Alves, Nilton Bastos, Vadico, Chico Buarque, Sergio Ricardo, Sydney Miller entre outros que, com suas obras, tornaram  o show um clássico da MPB. 

Seleção musical
Lenço no Pescoço,  Rapaz folgado,  Mocinho da Vila,  Eu agradeço,  Nem é bom falar,  Antonico,  Ao romper da aurora, Se eu precisar, Último desejo, Branca,  Arquitetura de pobre.

Sáb, 01/10 - 19h

Caetano e Maria Gadú

Encontro musical revela simbiose entre os dois compositores

Maria Gadú e Caetano Veloso cantam juntos. Ela paulistana; ele, baiano. São almas gêmeas, se completam cantando com um só violão, numa perfeita simbiose. Ambos compositores se admiram mutuamente. Ele não só faz a letra como também a música e é um craque ao falar do nosso cotidiano brasileiro. Adora a bossa nova e olha o passado sempre com modernidade.

Maria Gadú já chegou no mundo musical dizendo e mostrando a que veio, dando seu recado como compositora, cantora e instrumentista.

Seleção musical:

Shimbalaiê, Menino do rio, O leãozinho, Sampa, O quereres, Beleza pura, Rapte-me camaleôa, Nosso estranho amor, Vai levando, Odara, Pobre poderes, entre outras.

Sáb, 24/09- 19h

Fayga Ostrower

Resgate de alguns dos melhores momentos do programa, em homenagem aos 75 anos da Rádio MEC

Fayga Ostrower

Fayga Ostrower

Nesta edição, Nossa Música apresenta uma entrevista da artista plástica Fayga Ostrower, concedida à produtora Aglaia Peltier, em 1994. A artista  polonesa, hoje já falecida, fez um depoimento de sua vida. Refugiada de guerra, Fayga chegou ao Brasil em 1934. Foi professora de arte, e autora de diversos livros didáticos sobre o assunto.

Sáb, 17/09- 19h

Aluísio Carvão

Em homenagem aos 75 anos da Rádio MEC, programa resgata melhores momentos. Entre eles, a entrevista com o pintor, ilustrador, escultor, ato…

Painel de Azulejo Aluísio Carvão

Painel de Azulejo, localizado no bairro da Gávea, Rio de Janeiro. Único painel público de Aluísio Carvão

Nesta edição, Nossa Música apresenta a trajetória artística do professor de arte e artista plástico, já falecido, Aluísio Carvão. A entrevista, concedida à produtora Aglaia Peltier, faz parte da história da Rádio MEC, e foi veiculada pela primeira vez no programa Comentários de Artes Plásticas, gravado no Estúdio B da emissora.
Considerado um colorista muito livre na  forma de expressar seu trabalho, Carvão, nos anos 50, tomou parte das principais exposições ligadas ao movimento concretista brasileiro.

Sáb, 10/09- 19h

As vozes masculinas da Rádio Nacional

Programa em homenagem aos 75 anos da Rádio Nacional, comemorados no dia 12 de setembro de 2011

Francisco Alves, o "Rei da Voz"

Francisco Alves

A  história da Rádio Nacional pode ser contada somente nas vozes dos seus cantores e compositores na fase  áurea dos anos 30, 40 e 50. Nesta homenagem do programa Nossa Música aos 75 anos de existência da maior rádio de todos os tempos no Brasil: vamos lembrar os compositores e intérpretes que se apresentavam na emissora e conquistaram grande público. Com um repertório muito ao gosto popular, Francisco Alves ficou conhecido como o “Rei da Voz”. Ele lançou Orlando Silva e Carmem Miranda. Já Orlando Silva, de 1935 até 1942, foi considerado o melhor cantor do mundo. Vicente Celestino cantava folhetins populares banhados de sangue, suor e lágrimas. Wilson Batista apresentava-se com seus sambas de versos simples, melódicos, irônicos para construir a imagem do malandro. Outros que frequentavam o auditório da Nacional: Ismael Silva, o fundador da primeira escola de samba,  A deixa falar, no bairro do Estácio de Sá; Ary Barroso, o primeiro compositor de sambas-exaltação na ditadura Vargas; e Geraldo Pereira, que fazia samba sincopado, e tinha comoseu intérprete favorito Ciro Monteiro.

O programa não pode deixar de falar em outros grandes nomes da MPB que integravam o cast da Nacional: Noel Rosa, nosso primeiro compositor moderno, e Mario Reis seu grande intérprete; Blecaute;Nelson Gonçalves; Roberto Silva; Jorge Veiga; Dorival Caymmi; Cauby Peixoto; Braguinha; e Síllvio Caldas. também fazem parte desse maravilhoso.

Seleção musical
Boa noite, amor
Juramento falso
Luar do sertão
Nega Luzia
Se você jurar
Para me livrar do mal
Aquarela do Brasil
O escurinho
Mulato bamba
Ela disse assim
Rei Zulu
Renúncia
Aos pés da Santa Cruz
Café Soçaite
O samba da minha terra
Conceição
Linda Minu
Deusa da minha Rua

Sáb, 03/09- 19h

As Deusas da Rádio Nacional

Homenagem às deusas da Rádio Nacional

Dolores Duran

Dolores Duran

 Na “Era de Ouro” do rádio brasileiro, a Rádio Nacional do Rio de Janeiro marcou toda a história da radiodifusão no Brasil. Rubem Braga escreveu que “o povo brasileiro por uma época, falava a língua da Rádio Nacional”.  Nessa época, as cantoras do rádio eram consideradas “deusas”. O programa Nossa Música presta uma homenagem a elas:  Dolores Duran, Zezé Gonzaga, Carmélia Alves, Maysa, Ademilde Fonseca, Angela Maria, Emilinha Borba, Violeta Cavalcanti, Marlene, Dalva de Oliveira, Elizeth Cardoso, Linda e Dircinha Batista, Sylvia Telles, Carmem Costa e Aracy de Almeida.

Seleção musical
Cidade Maravilhosa
As cantoras do Rádio
A noite do Meu bem
Ouça
Olhos Verdes
Pau de Arara
Pedacinhos do Céu
Vida de Bailarina
Lata d´água
Bandeira Branca
Nega Maluca
Na Batida do Samba
Rua Deserta

Sáb, 20/08- 19h

Luciana Mello

Programa dedicado à intérprete de sucessos, como "Assim que se faz" e "Simples desejo"

Luciana Mello

Luciana Mello

A cantora paulista Luciana Mello gosta de  músicas dançantes em seu repertório e seu público é de adolescentes femininas.

Seleção musical
Se…
Assim que se faz
O mar serenou
Calados
Na veia da nêga
Pra ver você chegar
O tal do teu beijo
Sexta-feira
O samba me encantou
Passar por mim
Lágrimas de diamantes

Sáb, 27/08- 19h

Tia Surica

Programa dedicado à sambista de Madureira

Tia Surica

Tia Surica

 

A cantora tia Surica é pastora da Velha Guarda da Portela. Nascida em 1940, no bairro de Madureira, desde os 4 anos de idade já desfilava de mãos dadas com seus pais. Conviveu com grandes sambistas desde Candeia, Carlos Cachaça, Chico Santana e Manacéa.  O contato com os  bambas ainda é frequente na Portela, agremiação de Monarco, Paulinho da Viola, entre outros. Recebeu o apelido de Surica de sua avó, por sua pequena estatura (1m47 ). 

Seleção Musical
Lama
Lua cor de prata
Quem me ouviu cantar
Sai pra lá, brocoió

Nêga meu consolo
Manto de beleza
Madrugada
Traíra comeu parente
Ditado certo
Quando quiseres
Quantas lágrimas
Passado de glória

Sáb, 13/08- 19h

Billy Blanco

A música e a vida do compositor paraense

 

Billy Blanco

Billy Blanco

O programa deste sábado traz as obras e a trajetória do cantor e compositor Billy Blanco. Nascido em Belém do Pará no ano de 1924, fez história na MPB com seus sambas. Nas palavras de Sérgio Porto, Billy Blanco “é um autor de sambas de costumes, diversões e contravenções.” Poético, Billy Blanco costumava dizer que o amor pode ser cantado com plumas e paetês, na favela, no barraco, na rua, nos bordéis. Cada um encontra uma ou várias formas de falar do amor.

Seleção musical:
Estatutos da gafieira, Pano legal, Mocinho bonito, Viva meu samba, Feiúra não é nada, Camelot, Tereza da praia, A banca do destino, Praça Mauá, Não vou para Brasília, Se a gente grande soubesse, Samba Triste,  Outono, Desencanto, Encontro com a saudade, Pintor de gafieira.

 

Sáb, 06/08 - 19h

Rosa Passos

Programa dedicado à cantora de fama internacional, considerada por críticos como 'o João Gilberto de saias'

Rosa Passos

Rosa Passos

 Baiana de Salvador, Rosa Passos teve contato com a música  ainda na infância. Seu pai, seresteiro, tocava violão e iniciou cedo os filhos em algum instrumento. À Rosa, coube o piano, mas ao conhecer a obra de João Gilberto, se apaixonou, e trocou  o instrumento pelo violão.
Sua estreia foi aos 16 anos; e um ano depois mudou-se para Brasília, onde gravou o primeiro CD,  com o parceiro Fernando de Oliveira.
Para o crítico José Ramos Tinhorão, Rosa reúne bossa, balanço, voz agradável e força interpretativa. A cantora é consagrada no exterior. 

Seleção musical
Dunas
Candeias
Salada tropical
Juras
Causa perdida
De flor em flor
Feitiço da Vila
Paris, de Santos Dumont aos travestis
Amor em paz
Tim Tim por tim tim
Coisa mais linda
Aquarela do Brasil
Folha morta
Só Danço samba
Ilusão à toa
Nosso Amor

Sáb, 23/07- 19h

Paulo César Pinheiro

Edição dedicada ao compositor carioca, autor de Viagem, em parceria com João de Aquino, entre tantos outros sucessos

Paulo Cesar Pinheiro

O músico Paulo César Pinheiro

Considerado um dos maiores poetas brasileiros – um verdadeiro compositor urbano clássico- Paulo César Pinheiro é o homenageado desta semana do Nossa Música.  O letrista é conhecido por desenvolver uma autêntica pesquisa entre a sonoridade das palavras e o acasalamento com a frase musical. A junção do verso com a melodia é para ele uma verdadeira obsessão.

Seleção musical
Viagem
Catecismo
Menino Deus
Pesadelo
Tô voltando
Espelho
Lapinha
Deitar e rolar
Refém da solidão
Última forma
Chorei
As forças da natureza
O canto das 3 raças
Portela na avenida
Mangueira Estação Primeira
O melhor da raça

Sáb, 09/07- 19h

Elis Regina

Nesta edição, a voz e a história da melhor cantora brasileira de todos os tempos, como é considerada por muitos críticos

Elis Regina

Elis Regina

O programa desta noite é dedicado à cantora gaúcha Elis Regina. Sua carreira começou no Rio de Janeiro, em 1964, quando tinha 19 anos. Um ano depois, tornou-se famosa cantando Arrastão no I Festival da MPB/SP. A partir daí, sua trajetória foi sempre ascendente, mas interrompida em 1982, quando Elis morreu aos 37 anos.

 Seleção musical
O Bêbado e a equilibrista; O Mestre sala dos mares;  Atrás da porta; Me Deixas louca; Saudosa maloca; Folhas secas; Na Batucada da vida; Amor até o fim; Eu heim, Rosa; O Primeiro jornal; Bolero de satã; Tatuagem

Sáb, 02/07- 19h

Um encontro musical: Leopold Stokowiski e Villa-Lobos

O encontro entre os dois mestres Leopold Stokowiski e Villa-Lobos ocorrido na década de 40

Villa-Lobos e o maestro inglês Leopold Stokowiski

Villa-Lobos e o maestro inglês Leopold Stokowiski

Nesta edição, o programa fala sobre o histórico encontro   entre o maestro e compositor Villa- Lobos e o maestro inglês Leopold Stokowiski, realizado em 1940. O regente inglês veio conhecer a autêntica música brasileira. Com ajuda de Villa-Lobos, ele reúne os mais legítimos representantes da música popular do momento, entre outros Pixinguinha, Donga, João da Baiana, Cartola e a dupla Jararaca e Ratinho. Esse encontro seria registrado em dois álbuns de quatro discos cada, sob o título Native Brazilian Music.

Seleção musical
Macumba de Oxossi
Macumba de Iansã
Ranchinho desfeito
Caboclo do mato,
Seu maré luz
Mambo do bambu
Sapo no saco
Quem me vê sorrir

Sáb, 25/06 - 19h

O canto dos escravos e o sonho da liberdade

Neste sábado, um repertório que lembra o regime de escravidão no Brasil

Neste sábado, o programa lembra a escravidão no Brasil, onde milhões de cativos trabalharam na agricultura, mas sem perder o ideal de liberdade.     Seleção musical Canto dos escravos, Moro na roça, Roxá, Sai de baixo, Jongo de João Congo, Linha do caboclo 

Sáb, 18/06 - 19h

Nana Caymmi

Programa dedicado à vida e obra da cantora

Nana Caymmi

Nana Caymmi

Nascida em uma família muito musical, filha do compositor Dorival Caimmy, Nana Caymmi tem uma técnica de cantar muito sua, com um timbre de voz grave, e é festejada pela sofisticação de suas interpretações.  Segundo a cantora,  para colocar a emoção em sua arte é necessário enorme concentração e ser verdadeira. 

A artista sempre admirou a cantora Isaurinha Garcia, que, segundo ela, canta a dor do mundo, o trauma do compositor. 

Seleção musical
Violão, Milagre, Se queres saber, Não há Lugar, Resposta ao Tempo, Não se Esqueça de mim, Pra Machucar meu Coração, Morena do Mar, entre outros.

Sáb, 04/06 - 19h

A origem do samba carioca

Ritmo popular tem origens africanas e europeias

O jongo é uma das origens do samba

O jongo é uma das origens do samba

O samba é um dos ritmos mais populares do Brasil e um dos elementos da cultura do Rio de Janeiro. O programa desta semana traz uma análise desse ritmo, criado a partir de uma mistura entre raízes africanas e europeias. Da África, escravos de Angola e Congo trouxeram danças teatralizadas, como o jongo, o lundu, o cateretê e o maracatu. A contribuição europeia é marcada pelas polcas, mazurcas e valsas, com formação clássica, estribilho e estrofe.

Nesta edição de Nossa Música, a trajetória da mistura que, ao longo do tempo, resultou no samba carioca, desenvolvido nos redutos negros do bairro da Saúde e da Praça Onze.

Sáb, 28/05 - 19h

As Deusas da Rádio Nacional

Programa dedicado aos sucessos das Cantoras do Rádio

A cantora Dolores Duran é um dos destaques do programa

A cantora Dolores Duran é um dos destaques do programa

Elas marcaram a história da Rádio Nacional. Com suas vozes e talento, cativavam o público. Grandes sucessos ficaram conhecidos nas interpretações de artistas como Dolores Duran, Zezé Gonzaga, Carmélia Alves, Maysa, Ademilde Fonseca, entre outras.

Nesta edição, conheça e relembre os sucessos das Divas do Rádio.

Seleção musical

Cidade Maravilhosa
As cantoras do Radio
A noite do Meu bem
Ouça
Olhos Verdes
Pau de Arara
Pedacinhos do Céu
Vida e Bailarina
Lata d´água
Bandeira Branca
Nega Maluca
Na Batida do Samba
Rua Deserta

Sáb, 21/05 - 19h

Mário Lago

Perto do centenário do artista, em novembro de 2011, o programa conta a história do compositor, ator, escritor e radialista carioca

Mário Lago

Mário Lago viveu sempre em ambiente musical e foi aluno de piano de Lúcia Villa-Lobos.

Apesar de formado em Direito, dedicou-se à literatura, escrevendo livros de memórias, poesias e crônicas sobre o Brasil. No campo da música, suas composições mais famosas foram Ai, que Saudades de Amélia e Atire a Primeira Pedra, ambas em parceria com Ataulfo Alves.

Na Rádio Nacional, Mário Lago foi ator e roteirista. Mas só ficou conhecido pelo grande público através da televisão, como ator de novelas. O artista faleceu em maio de 2002, aos 90 anos.

Seleção Musical
Nada Além
Aurora
Atire a Primeira Pedra
Número Um
Eu Não Sou Pano de Prato
Menina, Eu Sei de Uma Coisa
Enquanto Houver Saudade
Dá-me Tuas Mãos
Mentirosa
Se Essa Rua Fosse Minha
Seja Feliz
Covardia,
Ai que Saudades da Amélia
O Que é Que Acontecia
Ela Não Voltou
Fracasso

Sáb, 14/05 - 19h

Difíceis Anos 70

Edição dedicada aos principais acontecimentos da década e algumas das principais canções do período

Gilberto Gil e Chico Buarque

Gilberto Gil e Chico Buarque

Os anos 70 foram tempos de tensão. Em plena ditadura militar, os artistas recém-chegados do exílio, como Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil, davam seus recados com mensagens cifradas nas entrelinhas das suas composições, para enganar a censura imposta pelos militares.

Também nesta década, a Guerra do Vietnã chegou ao fim; o jornalista Vladimir Herzog foi encontrado morto nas dependências do DOPS, em SP; Henfil se destacou por seus quadrinhos de humor com críticas ao regime vigente; o projeto da estrada transamazônica nunca chegou a ser concluído; o País conheceu o sistema de TV em cores.

Finalmente, os anos 70 foram uma época de grandes canções. Algumas delas estão no programa desta semana.

Seleção musical
Atrás do Trio Elétrico
Aquele Abraço
Acabou Chorare
Apesar de Você
Acorda Amor
Desesperar Jamais
Romaria
Bala com Bala
De Frente para o Crime
Kid Cavaquinho
Mãe Menininha

Sáb, 23/04 - 19h

Os Anos de Chumbo

Programa fala sobre a música brasileira na época da ditadura militar

A classe artística em protesto contra o regime militar
A classe artística em protesto contra o regime militar

A época da didatura militar (1864 – 1985) foi um período difícil para a música brasileira, mas também foi uma época de grande renovação. Os artistas brasileiros foram, muitas vezes, tolhidos pelas autoridades.

O elenco da peça Roda Viva, de Chico Buarque, foi uma das vítimas da repressão. Na mesma época, surge o Pasquim,  fazendo uma oposição bem humorada ao regime militar. Com o AI-5, a censura endurece e músicas começam a ser proibidas. Muitos artistas trocam o país por exílios na Europa e América Latina.  

Os tempos difíceis acabaram por se transformar em inspiração para os compositores brasileiros, e fizeram da ditadura uma das épocas musicalmente mais ricas da música brasileira. 

Seleção musical
Pra Não Dizer que não Falei de Flores
Apesar de Você
Grito de Alerta
Domingo no Parque
Sonho Meu
Acreditar
Luz Negra
Sinal Fechado
Tempos Idos
Carcará
Rosa de Ouro
Benguele
Clementina
Cade Você

Sab, 30/04 19h

Assis Valente

O programa celebra o centenário do compositor que tinha Carmen Miranda como intérprete favorita para suas obras

Assis Valente
Assis Valente

Assis Valente foi um compositor de crônicas irônicas bem humoradas no melhor estilo carioca. Sua melhor safra ocorreu entre 1930 e 1940. Dono de uma grande capacidade de improvisação em prosa e verso, com um raro sentido em captar flagrantes do nosso cotidiano adaptando o seu lado baiano e a nossa carioquice. Assis Valente é dono de um universo musical de mais de 250 obras, mas somente 150 gravadas. . No dia 10 de março de 1958, aos 47 anos, se suicidou. 

Seleção musical
Brasil Pandeiro
Camisa Listrada
 Alegria
Tem Francesa no Morro
Good Bye Bye
 Maria Boa
 E o mundo não se acabou
 Cai Cai Balão
 Olha a direita
Abre a boca e fecha os olhos
Levante o dedo
Fez bobagem
Deixa Isso para lá

Sáb, 16/04 - 19h

O Tempo da Bossa Nova

A chegada do gênero foi o mais importante acontecimento de renovação da MPB na segunda metade do século XX

A Bossa Nova simplificou a música brasileira, tirou o excesso de ritmistas do samba e, com poesia moderna e otimista,  fez uma revolução musical nos anos de 1960.  O poeta e diplomata Vinicius de Morais foi a figura central desse movimento, surgido no Rio de Janeiro,  junto com seus parceiros Carlos Lyra, Tom Jobim, Baden Powell, Toquinho, entre outros. Roberto Menescal e Ronaldo Boscoli também foram importantes como intérpretes. João Gilberto ficou conhecido como o dono da batida “bossa nova do violão”.  Outro destaque da bossa foi a cantora e violonista Nara Leão.

Sáb, 26/03 - 19h

Um Pouco da História Musical Brasileira

Nesta edição, a história do surgimento da MPB

Antigamente, a música brasileira era muito influenciada por gêneros da cultura europeia, como valsa, modinha, cançoneta, polca etc. As músicas eram tocadas principalmente ao piano e não tinham letras. Bons exemplos dessa época são as obras de Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga e Anacleto de Medeiros.

O Catulo da Paixão Cearense foi o primeiro a colocar letra nas músicas. Ele letrava músicas de sucessos e assim ficou famoso. O programa ainda lembra o flautista e solista Patápio Silva. A partir daí, surgiram os primeiros cantores, como Baiano e Mário Pinheiro. As invenções tecnológicas, principalmente a invenção da gravação elétrica, provocaram o advento de novos gêneros musicais, como a marchinha e o samba.

É importante destacar a atuação de Sinhô, um compositor nato e intuitivo que, apesar de inculto, deu forma ao nosso samba, misturando melodia e harmonia europeias com o ritmo africano. Nos anos 30, aparece a MPB com artistas como Francisco Alves e Vicente Celestino. A criação do rádio, a gravação eletromagnética, o microfone e o cinema falado influenciaram diretamente a propagação da música popular brasileira. 

Seleção musical
Apanhei-te Cavaquinho
Carrapatoso
Corta Jaca
Farrula
Isto é Bom
O Talento e a Formosura
Jura
Pelo Telefone
Branca
Boa Noite Amor
Rosa
Luar do Sertão
Tenha Pena de Mim
No Tabuleiro da Baiana
Abismo de Rosas
As Cantoras do Rádio
Primeiro Amor
Pavilhão Brasileiro

Sáb, 19/03 - 19h

Roberto Paiva

Programa dedicado ao cantor do samba "O Trem Atrasou", representante da década de ouro do rádio, nos anos 30

No dia 8 de fevereiro de 2011, Roberto Paiva completou 90 anos. Único cantor vivo que pertenceu à década de ouro do rádio, nos anos 30, foi intérprete de grandes compositores, como Geraldo Pereira, Nelson Cavaquinho, Luiz Vieira e Paquito.

Roberto Paiva continua com sua bela voz, afinadíssimo e firme.

Em seus tempo áureos, foi um grande boêmio, companheiro de outros talentos como Orlando Silva, Silvio Caldas e Francisco Alves. Seu maior sucesso foi o samba O Trem Atrasou.

Seleção musical
O Trem Atrasou
As Três Lágrimas
Pedro Pedregulho
Tenha Santa Paciência

Sáb, 12/03

Nelson Cavaquinho

Programa dedicado à obra do compositor carioca, falecido em 1986

Nelson Antônio da Silva nasceu em 18 de fevereiro de 1911, portanto há 100 anos. Seu envolvimento com a música começou desde cedo, já que seu pai integrava a banda da Polícia Militar. Quando, ainda menino, passou a frequentar as rodas de choro, Nelson Cavaquinho ganhou o apelido que o acompanharia por toda a vida.

Foi como policial militar, fazendo rondas noturnas, que Nelson Cavaquinho passou a frequentar o morro da Mangueira, onde conheceu sambistas como Carlos Cachaça e Cartola. 

Sua obra reúne mais de quatrocentas composições, entre elas clássicos como A Flor e o Espinho e Folhas Secas, ambas com Guilherme de Brito,seu parceiro mais frequente.

Seleção Musical
A Flor e o Espinho
Duas Horas da Manhã
Quando Eu me Chamar Saudade
Folhas Secas
Pecado
Aquele Bilhetinho
Dona Carola
Nome Sagrado
Visita Triste
Vou Partir
Degraus da Vida
Palhaço
Rugas
Juízo Final
Rei Vadio
Gotas de Luar

Sáb, 26/02

Pequena História do Carnaval Carioca

O tema do programa é a origem da Folia de Momo e as mudanças surgidas com o decorrer do tempo

 

O carnaval é uma festa popular rica em imaginação, misturas e antropofagia. O programa vai falar sobre a origem dessa festa e sua expressão no Rio de Janeiro. Serão relembrados o entrudo, o Zé Pereira, as fantasias e máscaras, até as escolas de samba.

Seleção musical
Cidade Maravilhosa
Taí
Me Dá um Dinheiro Aí
Índio Quer Apito
Brasil Pandeiro
O Teu Cabelo Não Nega
Marcha do Remador
Aurora
Mamãe Eu Quero
A Jardineira
Se Eu Errei
Império do Samba
Vai Depois
Despedida da Mangueira
Piada de Salão
Pó de Mico
Vai com Jeito
Tomara que Chora
Chiquita Bacana
Marcha do Cordão do Bola Preta
Daqui Não Saio
Cabeleira do Zezé
Mulata Yê Yê Yê
Máscara Negra

Sáb, 19/02

Fafá de Belém

Programa dedicado à vida e obra da cantora brasileira

Maria de Fátima Palha de Figueiredo sempre gostou de cantar. Desde os 9 anos, era a atração das festas promovidas por sua família. Era uma garota que, como os da sua geração, amava os Beatles, era fã de Roberto Carlos e da turma da Jovem Guarda, mas também fascinada por jazz e música clássica. Ela se emocionava ouvindo os grandes cantores de rádio, como Cauby Peixoto, Angela Maria, Núbia Lafayette e Orlando Silva.

Em 1976, aos 20 anos,Fafá lançou o primeiro LP, Tamba Tajá, um sucesso de crítica. O segundo álbum, Água, foi além: sucesso de crítica e de público – vendeu cerca de 95 mil cópias.

Atualmente, com 35 anos de carreira, Fafá já gravou de tudo, sem preconceitos. Regional, rock, bolero, marcha-rancho, sertanejo e muitos outros ritmos.  Músicas como Bilhete, de Ivan Lins e Victor Martins, e Memórias, do compositor pernambucano Leonardo, são partes de uma carreira repleta de sucessos.

Dona de uma gargalhada estrondosa, com seios fartos em grandes decotes, Fafá de Belém é uma paixão nacional.

Sáb, 12/02

Rio de Janeiro, cidade do prazer e da alegria

Programa em homenagem ao carnaval do Rio de Janeiro, com um repertório de músicas que cantam a festa na Cidade Maravilhosa

Imagem do carnaval de rua na Av. Central na década de 20

O carnaval do Rio de Janeiro já teve muitas expressões.  Podemos lembrar o entrudo, trazido pelos portugueses, o Zé Pereira, os cordões, os ranchos e as batalhas de confete. Também compõem a história do carnaval carioca o banho de mar a fantasia, o bloco de sujos, os bailes de luxo no Teatro Municipal e no Hotel Copacabana Palace, até as bandas e o desfile das escolas de samba que atualmente atraem pessoas do mundo inteiro para a cidade.  

A festa, que se tornou um movimento de grande expressão cultural, tem farta influência na música brasileira. O programa traz uma seleção de canções contextualizadas com o carnaval. 

Seleção musical
Ai Heim?; Linda Morena; Rede Palhaço; Vou Festejar; Quero AlegriaA Chuva Cai; Corda no Pescoço; Se Acaso; Você Chegasse; Oh, Seu Oscar; A Mulher que Eu Gosto; Beijo na Boca; Dois de Fevereiro; Frevo nº 2 do Recife; Agora é CinzaA Fonte Secou; Eu Agora Sou FelizO Nosso Amor; Cidade Maravilhosa; Chuva; Suor e Cerveja; O Teu Cabelo Não Nega; Fanfarra do Carnaval Brasileiro

Sáb, 18/12

Noel Rosa (parte 3)

O encontro de Noel Rosa com a violinista, pianista e compositora Marília Batista

O primeiro encontro de Noel Rosa com a violinista, pianista e compositora Marília Batista, que veio a ser um das suas preferidas interpretes, aconteceu depois de uma apresentação de voz e violão de Marília. Noel Rosa estava na platéia do gênio esportivo onze de julho no Rio de Janeiro. Marília, depois do espetáculo, pegou Noel dedilhando o seu violão espanhol dado a ela por seu pai. Noel, a primeira vista de Marília- um rapaz franzino, sem queixo, de boca torta. Mas seu dedilhado, fascinante, Dai para frente surgia uma grande parceria de Noel Rosa e Marília Batista no rádio e nos discos.

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